Cicatrização
Qualquer que seja o tipo de pele, alguns factores podem desencadear ou favorecer uma sensibilidade excessiva: a pele reage frequentemente onde não gostaríamos que se manifestasse nunca...no rosto.
O que é a cicatrização ?
A cicatrização é uma das mais notáveis propriedades dos tecidos humanos.
É o processo normal de reparação das lesões dos tecidos que compreende duas fases:
- Uma fase de cicatrização profunda: os tecidos dérmicos regeneram-se graças a uma proliferação celular e a uma reconstituição dos vasos sanguíneos. Se a cicatrização não ocorrer normalmente, deverá consultar o médico.
- Se bem regenerada, a pele retoma o seu papel protector e recupera a sua integridade.
- É importante que a intervenção seja precoce, sobretudo num pequeno traumatismo, de forma a evitar a infecção da lesão.
Quais são as consequências?
Uma boa cicatrização requer tempo
Se a lesão for mais profunda, a reparação da epiderme vai originar um tecido que dará origem a uma cicatriz. O estado de uma cicatriz não se avalia de imediato mas muitos meses após a sua formação.
Em certos casos, raros, podem surgir verdadeiros problemas de cicatrização.
Entre as causas:
- Certas disfunções do metabolismo do colagénio, por exemplo, podem provocar uma reparação anormal, lenta ou com cicatrizes atróficas como um "papel de cigarro",
- Disfunções do estado geral, como a má nutrição,
- O facto de estar deitado por um longo período (feridas crónicas, escaras),
- A circulação deficiente pode também provocar úlceras da perna e feridas que dificilmente cicatrizam.
- Por fim, certas pessoas têm tendência a fazer cicatrizes em relevo que se assemelham a saliências lisas que não melhoram espontaneamente. Estas cicatrizes são chamadas de quelóides. Falamos de cicatrização excessiva.


